ETARISMO: O PRECONCEITO QUE CUSTA RESULTADO
- becarineandrea
- 26 de fev.
- 1 min de leitura
O que parecia ficção virou diagnóstico de mercado.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o etarismo é hoje o terceiro maior preconceito do mundo, atrás apenas do racismo e do sexismo.No Brasil, 7 em cada 10 profissionais acima dos 50 anos afirmam já ter sofrido discriminação por idade em processos seletivos (InfoJobs, 2023).
Agora o dado que deveria incomodar líderes:
Estudos da Deloitte e da Harvard Business Review mostram que equipes com diversidade etária são até 19% mais produtivas e possuem 21% mais capacidade de inovação.
A pergunta inevitável é:
Se dá mais resultado, por que ainda excluímos?

O erro estratégico das empresas
Em tempos de transformação digital, o mercado passou a confundir juventude com competência e maturidade com obsolescência.
Isso não é modernidade.É miopia de gestão.
Profissionais maduros não representam resistência à inovação. Representam:
• visão sistêmica• inteligência emocional• previsibilidade• repertório de crise• capacidade de mentoria
Em ambientes de alta volatilidade, esses ativos não são acessórios. São estruturais.
Não é uma pauta social. É uma pauta de governança.
Com expectativa de vida acima de 76 anos e longevidade produtiva crescente, excluir talentos 50+ é economicamente irracional.
Empresas sustentáveis combinam:
Velocidade + PrudênciaEnergia + ConsistênciaTecnologia + ExperiênciaDados + Sabedoria
Equipes multigeracionais reduzem riscos, aumentam estabilidade e ampliam inovação com responsabilidade.
Isso é estratégia.
A reflexão para líderes
Sua organização está construindo diversidade etária de forma intencional — ou está abrindo mão de vantagem competitiva?
Etarismo não é apenas preconceito.É perda de performance.
Andréa BeccariniASBB Gestão & Soluções EmpresariaisEstruturação de gestão para PMEs | Estratégia | Processos | Governança
Se sua empresa quer evoluir com sustentabilidade e visão de longo prazo, precisamos conversar.




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